Márcia Leite

outubro 20, 2009

Nasci  no século passado, na cidade de São Paulo, em 1960. Ter nascido em outro século provoca uma estranha sensação de perenidade, bem fake, é verdade, mas nem por isso menos interessante.


Escrevo para crianças e jovens há quase 25 anos. Tenho um número razoável de títulos publicados, por diferentes editoras. A importância dos relacionamentos, dos afetos e das transformações são temas sempre presentes em tudo o que escrevo. Alguns desses títulos, infelizmente, só são encontrados em sebos, uma espécie de adega de livros.


Além de escritora, sou também educadora, autora de coleções didáticas na área de Língua Portuguesa e editora do Jogo de Amarelinha.

Não consigo imaginar minha história pessoal sem a literatura. Ela está  presente em minha vida em todos os momentos: sou uma leitora incontrolável e uma escritora obsessiva: mesmo quando não estou lendo ou escrevendo, estou escrevendo e lendo mesmo assim.

A literatura sempre garantiu uma necessidade básica minha, sem a qual eu não me entenderia: um contato profundo e verdadeiro com meu mundo interior. Por meio da literatura eu me humanizo, me coloco no lugar do outro, sigo buscando o sentido da existência.


Margueritte Duras, escritora e dramaturga francesa, costumava dizer que algumas pessoas têm necessidade de viver duas vezes, uma quando vivem e outra quando escrevem. E que algumas vezes essa segunda vida se torna mais importante que a primeira. Eu concordo com ela: quando leio ou escrevo, sinto que estou vivendo com mais intensidade.

Sobre meus livros consulte:  www.marcialeite.com.br